Eu gosto é das meninas
do I.E.P.
Com suas saias curtas
a remexer.
Aquelas coxas macias
ainda vão derreter
todo o meu senso ético...
Todas em grupo,
em cardumes.
Nas praças, nas ruas, seus perfumes
me deixam nu, seu olhares
saindo do Centur...
Seus perfis na sombra da noite.
Quanta vontade
correndo nas veias...
Ah..
O meu gozo naquelas meias...
Abílio Dantas
terça-feira, 28 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Pronto para ouvir
Talvez tudo aquilo que vivi nunca tenha existido
Sorrisos, luares, brigas
Quando o tempo voltar verei meu futuro
Estarei pronto para ouvir sua voz suave dizendo:
Dorme...
(nunca mais abra os olhos)
Sorrisos, luares, brigas
Quando o tempo voltar verei meu futuro
Estarei pronto para ouvir sua voz suave dizendo:
Dorme...
(nunca mais abra os olhos)
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Transtorna-me o ato de pensar, incomoda-me as infinitas possibilidades.
A possibilidade de não te ter,
A possibilidade de não te encontrar,
De ver a nossa imagem-ímpar e singular-
Cobrindo-se com o manto da separação.
As possibilidades das lágrimas,
Sim! As cristalinas e transparentes lágrimas
Que umedecem,como o orvalho, o dorido coração.
Melhor seria não pensar, apenas sentir.
Sentir sem saber explicar e conter-se com a falta da explicação.
Esquecer a lógica, ignorar o raciocínio.
Isolar os turbilhões, acalmar-me
Adormecer, para poder sonhar...
A possibilidade de não te ter,
A possibilidade de não te encontrar,
De ver a nossa imagem-ímpar e singular-
Cobrindo-se com o manto da separação.
As possibilidades das lágrimas,
Sim! As cristalinas e transparentes lágrimas
Que umedecem,como o orvalho, o dorido coração.
Melhor seria não pensar, apenas sentir.
Sentir sem saber explicar e conter-se com a falta da explicação.
Esquecer a lógica, ignorar o raciocínio.
Isolar os turbilhões, acalmar-me
Adormecer, para poder sonhar...
A lua hoje não brilhou como deveria brilhar...
Escondeu-se medrosa entre as sombras,
Acovardou-se por medo da solidão.
Que farei sem minha confidente?
A mim só cabe invocar as etérias mãos do silêncio,
E em silêncio desejar um afago...
Um sopro de companhia para aquecer a gélida solidão...
Compadece-te de mim astro celeste!Noiva de branco ,reluz!
Por que na tua luz me sinto menos só.
Escondeu-se medrosa entre as sombras,
Acovardou-se por medo da solidão.
Que farei sem minha confidente?
A mim só cabe invocar as etérias mãos do silêncio,
E em silêncio desejar um afago...
Um sopro de companhia para aquecer a gélida solidão...
Compadece-te de mim astro celeste!Noiva de branco ,reluz!
Por que na tua luz me sinto menos só.
Antes sentia falta de sentir falta.
Adormecia sem sono algum, pela simples carência física.
Observava tudo meramente por reflexos visuais.
A lua sempre tivera o seu brilho
E as estrelas sempre cintilaram graciosamente.
Tudo sempre existiu,como hoje existe.
mas o mesmo "tudo" que sempre existiu
Hoje existe diferente, existe mais!Existe simplesmente...existindo
Adormecia sem sono algum, pela simples carência física.
Observava tudo meramente por reflexos visuais.
A lua sempre tivera o seu brilho
E as estrelas sempre cintilaram graciosamente.
Tudo sempre existiu,como hoje existe.
mas o mesmo "tudo" que sempre existiu
Hoje existe diferente, existe mais!Existe simplesmente...existindo
ontem
Antes sentia falta de sentir falta.
Adormecia sem sono algum, pela simples carência física.
Observava tudo meramente por reflexos visuais.
A lua sempre tivera o seu brilho
E as estrelas sempre cintilaram graciosamente.
Tudo sempre existiu,como hoje existe.
mas o mesmo "tudo" que sempre existiu
Hoje existe diferente, existe mais!Existe simplesmente...existindo
Adormecia sem sono algum, pela simples carência física.
Observava tudo meramente por reflexos visuais.
A lua sempre tivera o seu brilho
E as estrelas sempre cintilaram graciosamente.
Tudo sempre existiu,como hoje existe.
mas o mesmo "tudo" que sempre existiu
Hoje existe diferente, existe mais!Existe simplesmente...existindo
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