Desalento meu! Não, agora não é só tua voz, mas teu nome. A percorrer todos os espaços do meu "eu".
Ora como um sussurro, ora como uma súplica.Às vezes como uma bela canção( a mais triste de todas as canções).
Então, à partir de uma palavra, um som, personifica-tes no meu ser
Tua beleza embriagante se materializa como um prisma, por onde fito-te em um momento imóvel, estático, porém efêmero.
E quando caio em mim, ja te fostes e a porta jaz entre aberta...
Wagner Costa
domingo, 10 de junho de 2007
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Ausência
Por que? Por que não posso ter-te ao meu colo?
Passar a mão entre teus cabelos?
E sentir a tua respiração como uma doce e serena melodia?
Quisera eu com desvê-lo zelar pelo teu sono,
Mirar tua rubra face, cor de romã e atentar para cada detalhe de tua nostálgica beleza.
Mas não! Isso a mim não é permitido!A mim só cabe ter-te em minha memória
Tu e tuas reminiscências. E na tua ausência sentir-te ao meu lado, quase tocando-te...
Wagner Costa
Passar a mão entre teus cabelos?
E sentir a tua respiração como uma doce e serena melodia?
Quisera eu com desvê-lo zelar pelo teu sono,
Mirar tua rubra face, cor de romã e atentar para cada detalhe de tua nostálgica beleza.
Mas não! Isso a mim não é permitido!A mim só cabe ter-te em minha memória
Tu e tuas reminiscências. E na tua ausência sentir-te ao meu lado, quase tocando-te...
Wagner Costa
Assinar:
Postagens (Atom)