Meus olhos estão cansados
As retinas fatigadas.
Vejo tudo como um ridículo deja vú
Acontecimento atrás de acontecimento...
secamente olho todas essas coisas
Sem ver profundidade alguma em tudo (isso)
Vendem-me ou então apaguem as luzes
Assoprem essa vela de mediocridade
Ver cansa-me, esgota-me!
Essa falsa perfeição, ócio embutido e sistemático
Apaguem-me tudo isso...Desliguem as luzes
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Estou só, gosto de ser só...
A solidão é paradoxalmente minha melhor companheira.
Meu romance declarado, simétrico.
Trago-lhe flores. Flores nascidas e nutridas de dor.
Talvez as flores mais puras e belas
( Digo-lhe que) com ela sinto-me imerso num mar de silêncio e calmaria
E nesse mar mergulho, afogo-me
deixo de existir...
A solidão é paradoxalmente minha melhor companheira.
Meu romance declarado, simétrico.
Trago-lhe flores. Flores nascidas e nutridas de dor.
Talvez as flores mais puras e belas
( Digo-lhe que) com ela sinto-me imerso num mar de silêncio e calmaria
E nesse mar mergulho, afogo-me
deixo de existir...
De quê te serve o intelectualismo?
Me diz, de quê te serve a racionalidade e a criticidade?
Meu caro! Te digo firmemente...
Sê rude, sê arcaico, sê estúpido...
Dessa forma nunca serás só, nunca estarás sozinho
Sempre terás um ombro a reclinar-te.
A solidão não é para todos...
Assim como nem todos são para a poesia.
Me diz, de quê te serve a racionalidade e a criticidade?
Meu caro! Te digo firmemente...
Sê rude, sê arcaico, sê estúpido...
Dessa forma nunca serás só, nunca estarás sozinho
Sempre terás um ombro a reclinar-te.
A solidão não é para todos...
Assim como nem todos são para a poesia.
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