Desalento meu! Não, agora não é só tua voz, mas teu nome. A percorrer todos os espaços do meu "eu".
Ora como um sussurro, ora como uma súplica.Às vezes como uma bela canção( a mais triste de todas as canções).
Então, à partir de uma palavra, um som, personifica-tes no meu ser
Tua beleza embriagante se materializa como um prisma, por onde fito-te em um momento imóvel, estático, porém efêmero.
E quando caio em mim, ja te fostes e a porta jaz entre aberta...
Wagner Costa
domingo, 10 de junho de 2007
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